quinta-feira, 7 de outubro de 2010



Control yourself Take only what you need from it

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

3 anos

Faz 3 anos que eu mudei. Abri a cabeça e fui parar numa ciranda completamente excêntrica. Ciranda de Maluco. Abri os olhos e vi o que havia para ver. Tudo mesmo, todo o conteúdo. Empenhei sem preconceitos, meu ânimo na observação. Calma e lentamente absorvi. Absorvi e sorvi todos os sentidos da juventude. Transcendi do amor ao delírio. Senti as primeiras batidas de um coração alheio sem saber se era verde ou azul. Minha sinestesia trabalhava ininterruptamente. E mais cores apareciam. E eram muito vivas. E outra vez. E mais outras vezes. E mais! Senti a atmosfera me envolver como bolhas leves e flutuantes.

O que tinha dentro de mim já não me pertencia. Era dela. Da ciranda. Vomitei ideias, às vezes. E tantos outros também o fizeram. Não era baixo nem escondido. Todos colocavam pra fora, harmonicamente, como uma ciranda deveria ser. O ritmo sempre foi acelerado. Sempre. E era acompanhado por estímulos divinos. Ora superiores, ora inferiores, nunca ausentes.

Muito pouco me lembro de antes, a não ser dos humores dos meus queridos. E como tudo era menor 3 anos atrás. Minha pele, minha alma, meus olhos...

Faz 3 anos que eu abri a cabeça e caí nessa Ciranda de Maluco. Abri os olhos e vi tudo o que havia. Tudo, tudo mesmo. Não sobrou nada.




quarta-feira, 21 de julho de 2010

Foi meu alterego quem me obrigou.


Blog, blog meu, tem outra mocinha tão romântica quanto eu? Sempre soube a resposta. E ela é SIM. Todos são mais românticos que eu. Meu problema não é sentimento. É egocentrismo. Borboletas no meu estômago é dor de barriga! Mas, por que então esse sítio é cheio de textos apaixonadinhos? Simples. Egocentrismo, novamente.


Característica que herdei dos românticos de época, lidos nas aulas de português, está toda por aqui. O eu-lírico é o mais importante. Melhor dizendo, os sentimentos do eu-lírico são o mais importante. E agora que eu descobri outras escolas literárias muito mais interessantes que o Romantismo, que farei com meu ego hipertrofiado? Só o tempo (e alguns livros a mais) poderá dizer.

Sinestésica, volúvel e pscicodélica.

Consegui essa definição depois de 2 minutos pensando. Tão pouco tempo para uma auto-definição é justificável pelo fato de que está mudará, inevitavelmente, tão rápido quanto 2 minutos. Nunca fui muito afim das normalidades. Meu cérebro funciona diferente. Sem constancia, nem mesmo razão pra isso, minha mente flui em direções aleatórias. De 2 em 2 minutos sou nova.


Brainstorms, pra que os quero? Se não tenho tempo nem mesmo de cuidar de minhas obrigações. Tempestades de ideias me acometem somente quando não posso desenvolvê-las. Cheiros e tons se misturam e pedem para serem impressos num papel. Loucura total, eu sei. Mas que posso fazer?


Às vezes, de madrugada, escrevo textos meio indies, meio apaixonada, meio chata, meio brega... Escrevo sobre auto-definições. E depois vou dormir. Como se nada tivesse acontecido.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Back To Black

"De acordo com meus cálculos ele vai falar comigo agora!" 2 horas atrás.


Bem, em horas como esta, a amiga Amy ajuda a gente, né...